quarta-feira, 30 de julho de 2014

JUDEUS CRIMINOSOS CONTINUAM A MATAR EM GAZA



O IRREDENTISMO JUDAICO 
 
 
 
Com a quase unanimidade da comunidade judaica internacional, o apoio dos Estados Unidos e de muitos outros hipócritas defensores dos direitos humanos, o silêncio cúmplice dos que sempre encontram motivos para defender o indefensável e a compreensão "inteligente" dos repartidores de culpas, Israel continua impunemente a impor sem constrangimentos nem disfarces o desígnio criminoso de que se considera investido e que dificilmente deixará de levar ao seu próprio colapso por mais bombas atómicas que detenha. Israel é desde há muito e não apenas desde agora o principal responsável pelo choque civilizacional que instabilizou e abalou o mundo nestas últimas décadas. A luta contra o capital financeiro, intimamente ligado ao Estado judaico, é também uma luta contra a acção criminosa de Israel. É uma luta contra todos os fundamentalismos, pela paz e pela justiça no mundo

 

 

7 comentários:

manuelpereirabarros Meira disse...

Para encobrir a carnificina na Palestina,até parece coincidência o caso do avião malaio na Ucrânia... nada há relatado em toda a História recente que aproveite tal artifício.Podia-se perguntar àquele senhor sueco, da ONU,que comprovou a existência de armas de destruição maciça no Iraque,o que ele pensa da ocorrência, e eu aposto um penny que adivinho a resposta.

Anónimo disse...

Cuidado meu caro, não caia num anti-judaismo primário.

Em nome das religiões sejam elas o Judaismo ,as várias formas de cristianismo, o Islamismo, o Budismo, o Hinduismo, comentem-se crimes contra a humanidade, mas isso não deve implicar a condenação dos crentes dessas religiões.

O Sionismo é RACISTA, são as teorias desenvolvidas á volta dessa ideologia politica que foi criado o Estado de Israel, são ideias sionistas que defendem o Grande Israel, e a necessidade de um Espaço Vital, ( ideia que foram beber aos nazis).

O que se passa desde 1949, é uma tentativa , bem sucedida de expulsão das populações da Palestina , para nessas terras colocar colonos afectos ao sionismo.

È a denuncia do SIONISMO, e dos seus apoiantes , que deve, mobilizar todos os cidadãos, que se indignam com o que se passa em Gaza.

Transformar isso numa condenação do Judaismo, é fazer o jogo dos sionistas.

brites disse...

São bestas tecnologicamente evoluídas que é preciso eliminar, sob pena de não nos livrarmos de uma guerra mais generalizada.
Elas organizam-se em todas as tocas.
Em Portugal há um movimento de opinião que nos quer fazer crer que nos são indispensáveis...porque sem "iluminados" não progredimos, como se fossemos todos uns mentecaptos e uns incapazes.
Sem fanatismos, mas atentos ao joio é nossa obrigação!

Mar Arável disse...

Isto já não é uma guerra

Carlos Carapeto disse...



Trata-se de uma agressão inqualificavel e injustificavel para qualquer ser humano comum.


Porque para a besta imperialista tudo tem uma razão de ser desde que sirva os seus interesses.


Em que nome e com justificação se pode aceitar o massacre indescriminado de inocentes?

Como pode um Estado fazer uso dos mais modernos meios belicos para dizimar civis desarmados?


Temos o dever por todos os meios ao nosso alcance fazer parar esta chacina.


Usando simbolos Palestinianos já estamos a fazer alguma coisa para denunciar a bárbarie.


Vamos fazer um dia de solidariedade com o povo Palestiniano, saindo para a rua com lenços bandeiras e o que mais possa representá-los.


Eu sempre que saio levo sempre um lenço Palestiniano.

Anónimo disse...

Anti-semitismo disfarçado?

Isto não é meu...:

"Porque se volta a opinião pública global contra Israel na crise económica

"Assim a propaganda islâmica do massacre da população civil cai em terreno fértil. Com efeito, o Hamas transforma a população em refém, exactamente como o Hezbollah libanês em 2006, ao transformar mesquitas em depósitos de armas e ao permitir que seus quadros armados atirem a partir de escolas ou hospitais. A opinião pública mundial não dá importância a isso, pois já reconheceu o Hamas como “força da ordem” no meio da crise social. Por isso o pragmatismo capitalista se volta cada vez mais contra a autodefesa israelita, como se pode observar até na imprensa burguesa liberal"

Anónimo disse...


Ainda citando:

"O descomedimento com que Israel foi declarado inimigo da humanidade por ocasião da guerra de fronteiras contra o Hamas repercute-se na exigência de um tribunal de julgamento de crimes de guerra do governo e dos oficiais do exército israelita, tal como num apelo de Naomi Klein, um ícone do movimento de crítica da globalização, para o boicote universal dos produtos israelitas, apelo que reformula sem rodeios a palavra de ordem nazi “não comprar nada aos judeus” e que foi apoiado no britânico Guardian por toda uma turma de ilustres professores de esquerda...
Sob as condições do capitalismo de crise globalizado, a fundação dum Estado palestiniano é completamente obsoleta; a ideia só se mantém de pé ideologicamente e por força dos interesses dos respectivos aparelhos e elites. A única solução possível consiste em os palestinianos terem autonomia no interior de Israel, ser finalmente dada a respectiva nacionalidade aos descendentes dos refugiados nos guetos nos países vizinhos e integrar nos Estados árabes vizinhos os territórios palestinianos fora de Israel; igualmente com o estatuto de autonomia. Que uma “nação” deva ser o máximo dos máximos e até mesmo um objectivo vital é tão absurdo e anacrónico para a população palestiniana com para os curdos; tanto mais que as nações se estão a desfazer e a tribalizar em grande parte do mundo. O próprio Estado judaico é uma solução de emergência a partir de um contexto social mundial para o qual não existe qualquer equivalente palestiniano. Como mostra a guerra civil entre Hamas e a Fatah em Gaza, o Estado palestiniano desfaz-se ainda antes da sua possível fundação. Regimes bárbaros pós-estatais como o Hamas e o Hesbollah não têm qualquer direito à existência." "