segunda-feira, 6 de julho de 2026

MUNDIAL 2026 - PORTUGAL - ESPANHA


 

PORTUGAL – ESPANHA

As duas selecções ibéricas defrontam-se hoje, em Dallas, nos oitavos de final do campeonato do mundo de 2026.

A Espanha é uma das grandes selecções do torneio tanto pelos resultados já obtidos como principalmente pelo futebol que joga.

A selecção do Ronaldo (é justo tratá-la assim porque ainda ontem, em conferência de imprensa, ficou claro para toda a gente que é ele quem manda na selecção) vai ter muita dificuldade em derrotar a equipa espanhola. Direi mesmo que a Espanha não será derrotada no tempo regulamentar nem no prolongamento, podendo tal acontecer apenas no desempate por penáltis.

O mais normal, como se tem visto até agora, é que as melhores equipas superem as mais fracas.

Chegados a esta fase, pode dizer-se que as melhores equipas são a França, a Espanha, a Inglaterra, Marrocos, a Noruega, a Argentina, que já estão ou irão ser apuradas para os quartos de final, devendo juntar-se a estas a da Colômbia e a da Bélgica ou dos Estados Unidos, qualquer uma delas abaixo das seis primeiras, a menos que o Presidente da FIFA indique Donald Trump ou alguém por ele designado para arbitrar os jogos dos Estados Unidos.  Tudo é possível. Agora é que se pode dizer com toda a propriedade que na América (leia-se Estados Unidos) tudo pode acontecer.

No que respeita ao jogo de mais logo, pouco haverá a dizer depois das palavras ontem proferidas por Ronaldo e por Martinez (seleccionador). Enquanto se acalentava a hipótese de Martinez “entrar numa de Fernando Santos” e pôr Ronaldo no banco , já que estando ditado o seu futuro ainda valeria a pena arriscar uma decisão que poderia alterar o rumo das coisas; hoje, porém, depois do que se passou ontem, o que vamos assistir é exactamente o contrário: é Martinez funcionar como assessor de Ronaldo que pode inclusive, qualquer que seja o resultado, mandar o presidente da Federação para casa e continuar com Martinez como seu ajudante.

Chegados a este ponto, até nem apetece dizer como deveria alinhar a selecção, se Portugal quisesse continuara acalentar a hipótese de derrotar a Espanha nos penáltis.

Se assim fosse, a minha selecção seria esta: Diogo Costa; Matheus Nunes, Tomás Araújo, Renato Veiga e Nuno Mendes; Bernardo Silva, João Neves e Ruben Neves; Trincão, Gonçalo Ramos e Rafael Leão.

No decurso da partida, consoante o resultado e o estado físico dos jogadores, poderiam entrar: Dalot, Vitinha, Pedro Neto e João Félix.

Sem comentários: